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A responsabilidade dos pais - C. H. Mackintosh

"Então Moisés e Aarão foram levados outra vez a Faraó, e ele disse-lhes: Ide, servi ao Senhor, vosso Deus. Quais são os que hão de ir? E Moisés disse: Havemos de ir com os nossos meninos, e com os nossos velhos; com os nossos filhos, e com as nossas filhas, com as nossas ovelhas, e com os nossos bois havemos de ir; porque festa ao Senhor temos. Então ele lhes disse: Seja o Senhor assim convosco, como eu vos deixarei ir a vós e a vossos filhos: olhai que há mal diante da vossa face. Não será assim: andai agora vós, varões, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes. E os lançaram da face de Faraó" (Êx 10:8-11).

Emaus - Lucas 24 - Hamilton Smith

Quão variadas são as condições da alma em que os discípulos foram encontrados na manhã da ressurreição. Pedro estava desviado; Tomé cético; Maria Madalena desolada e os dois discípulos, a caminho de Emaús desapontados. Além disso, é abençoado ver com que habilidade divina e perfeita graça o Senhor se adapta a esses variados estados de alma. Ele tem uma palavra restauradora para os desviados, uma palavra reprovadora, mas encorajadora para os incrédulos, uma palavra reconfortante para o desolado e uma palavra inspiradora para tocar o coração e alcançar a consciência dos desapontados.

"Uma Coisa" - Hamilton Smith.

"Uma coisa te falta... uma só coisa é necessária... uma coisa faço" (Marcos 10:21; Lucas 10:42; Filipenses 3:13)

As Escrituras em que essas três afirmações ocorrem trazem diante de nós personagens muito diferentes. Na primeira passagem, aprendemos que "uma coisa" estava faltando ao jovem rico. No segundo, aprendemos na história de Marta e Maria que a "única coisa" que falta é a "uma coisa" necessária. Na terceira, descobrimos que a "única coisa" necessária é "uma coisa" que marcou o apóstolo Paulo. Vendo que nosso Senhor coloca ênfase sobre esta "uma coisa", certamente convém sondar nossos corações, à luz dessas Escrituras, com o desejo sincero de sermos marcados por essa "coisa única".

Não tenham medo, pequeno rebanho - John Kulp

Fraqueza e pequenez não são qualidades valorizadas pelo homem natural, e os cristãos ficam relutantes em aceitar serem percebidos como insignificantes no mundo que os rodeia. O Senhor, em sua bondade, ensinou ao apóstolo Paulo o valor de considerar-se fraco pela instrumentalidade de um "espinho na carne", para que ele não se tornasse orgulhoso e exaltado em seus pensamentos a respeito de seus privilégios e conquistas.

Mórmons creem em Jesus? - John Kulp

A resposta curta, porém incompleta à questão acima, é: depende do que você quer dizer com as palavras "crer" e "Jesus". Sem dúvida muitos mórmons acreditam da mesma forma que muitos nos dias de Jesus acreditavam em Seu nome quando viam os milagres que Ele fazia (João 2:23), e também como aconteceu com Simão, o mago, quando a pregação do reino de Deus em Samaria foi acompanhada de milagres e sinais (Atos 8:5-24). No entanto, uma crença carnal em uma construção intelectual ou religiosa, independente do quanto você fique impressionado pelo poder sobrenatural da Pessoa divina que fornece os blocos para a construção de tal conceito, não pode salvar sua alma do inferno e da ira de Deus.

Os Mandamentos de Jesus

Embora os cristãos tenham sido libertos do jugo da lei, da qual Pedro disse, “que nem nossos pais nem nós pudemos suportar” (At 15:10), as justas exigências da lei são cumpridas nos verdadeiros crentes no Senhor Jesus Cristo, “que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” (Rm 8:4). Os cristãos não têm como sua regra de vida os Dez Mandamentos, que foram dados a Israel. Temos a Cristo como nosso exemplo; possuímos uma natureza divina que tem a capacidade de agradar a Deus, e o Espírito Santo como o poder que nos capacita a andar para o prazer de Deus neste mundo. Os Evangelhos nos mostram o que Cristo foi para Deus no mundo, e seus mandamentos nada mais eram do que a expressão formal daquilo que estava sendo vividamente expressado em si mesmo, pois ele nunca pediu a outros para fazerem coisa alguma além daquilo que ele expressava com perfeição em sua própria vida diante deles.

Cristo em Hebreus 1 - Hamilton Smith

O Filho veio nos "últimos dias", no encerramento dos dias dos profetas. O testemunho de Deus ao homem, do modo como havia sido apresentado no passado, continuou na Pessoa do Filho. Os profetas falaram como instrumentos usados pelo Espírito de Deus. Quando o Filho veio era o próprio Deus falando. Na Pessoa do Filho Deus aproximou-se dos homens, e o homem pôde aproximar-se de Deus sem a intervenção de um profeta ou sacerdote. A importância de qualquer coisa que é dita depende principalmente da grandeza e glória da pessoa que o diz. Deus nos falou na mais gloriosa Pessoa — o Filho Eterno. A fim de podermos apreender a grandeza daquele que fala, e assim a importância daquilo que é falado, o Espírito de Deus nos apresenta uma visão dos sete aspectos da glória do Filho.

JESUS, o Amem - F. A. Hughes

Atos 7:55 e Apocalipse 3:14 indicam maneiras pelas quais nosso Senhor deve ser conhecido e tratado - como "Jesus" e como "o Amém". O precioso Nome de Jesus, anunciado do céu antes do Seu nascimento neste mundo, foi o Nome que Ele sustentou quando andou aqui entre os homens - o Salvador! Quão maravilhoso era aquele caminho; que bênçãos trouxe aos homens doentes na mente e no corpo, contaminados pelo pecado, escravos da morte e de Satanás.

A autoridade de Cristo sobre todos

"Jesus falou assim e, levantando Seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a Teu Filho, para que também o Teu Filho Te glorifique a Ti; assim como Lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste" (Jo 17.1,2).

Poder, ou autoridade, sobre toda a carne! Estas são as palavras que ouvimos. É o Senhor Quem fala. Ele aqui está para deixar este mundo, e em Suas mãos o Pai colocou autoridade sobre toda a humanidade. Desde o mais tenro bebê, até o maior de todos os reis, todos os homens estão sujeitos ao Seu poder. Consideremos bem estas palavras: Deus Pai entregou ao Seu Filho Jesus a raça humana. Deixe que a infidelidade reclame como quiser, ou que as vãs argumentações se manifestem, o imutável fato que aqui permanece é que todo ser humano se encontra sob a autoridade absoluta do Filho de Deus.

Teologia Unilateral — Calvinismo e Arminianismo - C. H. Mackintosh

Recebemos recentemente uma longa carta trazendo uma prova muito clara do efeito desconcertante da teologia unilateral. O nosso correspondente está, evidentemente, sob a influência daquilo que é denominado alta teologia ou teologia calvinista. Por isso ele não consegue enxergar a razão de se convidar o não convertido para “vir”, “ouvir”, “arrepender-se” ou “crer”. Para ele é como ordenar a um marmeleiro que produza algumas maçãs para se tornar macieira.

O evangelho explicado - Mario Persona

A carta aos Romanos é o evangelho explicado, portanto ali podemos ver mais detalhes de como Deus trabalha na alma que foi vivificada pela Palavra aplicada pela ação do espírito (a água e o Espírito de João 3, ou novo nascimento).

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